ÁGUAS DO BRASIL
Se o sol é a energia que
mantém vidas, a lua dispersa
as escuridões. As florestas
agem como pulmões, no
coração selvagem da terra!
Então estou no centro da
veia arterial de toda a
existência do mundo.
Corre sangue bendito,
Nessas veias que regam.
Deste sangue eu bebo, tu
bebes, todos bebem.
Homens e animais,
Plantas e bichos.
Quem poderá viver sem ti,
sangue bendito?
Sangue doce,
Claro, transparente, azul,
branco, incolor.
Ah! Onde está o seu doce?
Mas todos te querem
Morrem por ti
E sem ti, morrem todos.
Do homem ao animal,
Das plantas, as planicies.
Oh bendito seja louvado, o
seu criador.
Que maravilha fizeste
Ao homem de este participar
Como Criação
Mas não conheceram o seu
criador, maravilhoso!
E nem percebem com
sabedoria a sua importância.
E renegando a ti maltratam o
planeta, a caminho de deixá-
lo inabitável.
Mirto
Carvalho Santos
Este poema está integrado ao
livro, A Floresta e dois
Amigos Inseparáveis. A
leitura do livro, fora escrita a
satisfazer ao gosto de um
público como um todo,
trazendo uma rica história
que aborda o meio ambiente.
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