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sexta-feira, 24 de abril de 2015

Cecília Rodrigues-Parteira

Cecília Rodrigues De Souza Dias. Este é o nome desta parteira que nos anos do Brasil agrícola, não media esforços para ajudar as mulheres no momento do parto. Médicos naquele tempo - diz Dn. Cecília; era coisa rara de se ouvir. Existiam, mas para os agricultores a solução vinha das mãos habilidosas das parteiras. Quando uma mulher estava para dar a luz, não havia tempo para procurar na cidade mais próxima o socorro e nem condições financeira para buscar estes recursos. Segundo dona Cecília, as famílias já tinham por costume chamar pela parteira nos momentos que antecedia o parto. Então, mesmo ela estando no alto de um monte, assim que algum marido ou alguém a buscá-la para este tipo de trabalho, tão logo largava de antemão a ferramenta que estivesse em sua mão e seguia a passos rápidos a socorrer a mulher em trabalho de parto. Este Don,não o obteve por escolha,mas o destino,segundo ela,assim o quis fazer dela uma das grandes parteiras naqueles termos.As pessoas eram tão desprovidas de conhecimento quando se falava de cidades, que se quer pensavam em outra solução que não fosse aquela. Assim, os cuidados e responsabilidade lhe eram confiadas, ela querendo ou não, coisa que nunca se queixou tão pouco alguma vez na vida disse não para alguém que viesse em busca de sua ajuda. Para isso,dona Cecília contava com um apoio que a mantinha certa de estar fazendo a coisa correta;Seu marido!Em um determinado momento, ela diz que assim que chegava naquela casa, observava a situação e tratava de fazer os preparativos para trazer com vida ao mundo mais uma criança. Não sabendo dizer quantos partos fizera,tão somente diz com satisfação de nunca alguma criança ter morrido no parto.Esta é mais uma das muitas histórias de nosso país,onde num momento crucial o amor ao próximo falava mais alto.Hoje,dona Cecília esta com oitenta e nove anos;gozando de boa saúde e em perfeita sanidade mentais.Quando em prosa com alguém,em nada é demorado o seu sorriso lindo e largado com muita satisfação.Considera uma felicitada por lhe ter proporcionado a vida muitas coisas e,com orgulho mostra seu diploma da quarta série conquistado com muita luta,pois,isto era coisa rara naqueles tempos árduos,onde desde criança já se empunhava uma enxada e seguia a labuta.Todas as estórias que ela tem para contar ainda não estão descritas em vídeo.Pois,quando ela põem a falar daqueles tempos,são muitos os causos que ela descreve com muita lucidez.Segundo dona Cecília,o seu passa tempo preferido é obter em suas mãos um jornal ou revista somente para se deliciar a leitura contida nos textos expresso.
Mirto Carvalho

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