
Cecília Rodrigues De Souza Dias. Este é o nome desta
parteira que nos anos do Brasil agrícola, não media esforços para ajudar as
mulheres no momento do parto. Médicos naquele tempo - diz Dn. Cecília; era
coisa rara de se ouvir. Existiam, mas para os agricultores a solução vinha das
mãos habilidosas das parteiras. Quando uma mulher estava para dar a luz, não
havia tempo para procurar na cidade mais próxima o socorro e nem condições
financeira para buscar estes recursos. Segundo dona Cecília, as famílias já
tinham por costume chamar pela parteira nos momentos que antecedia o parto. Então,
mesmo ela estando no alto de um monte, assim que algum marido ou alguém a
buscá-la para este tipo de trabalho, tão logo largava de antemão a ferramenta
que estivesse em sua mão e seguia a passos rápidos a socorrer a mulher em
trabalho de parto. Este Don,não o obteve por escolha,mas o destino,segundo
ela,assim o quis fazer dela uma das grandes parteiras naqueles termos.As
pessoas eram tão desprovidas de conhecimento quando se falava de cidades, que
se quer pensavam em outra solução que não fosse aquela. Assim, os cuidados e
responsabilidade lhe eram confiadas, ela querendo ou não, coisa que nunca se queixou
tão pouco alguma vez na vida disse não para alguém que viesse em busca de sua ajuda.
Para isso,dona Cecília contava com um apoio que a mantinha certa de estar fazendo
a coisa correta;Seu marido!Em um determinado momento, ela diz que assim que
chegava naquela casa, observava a situação e tratava de fazer os preparativos
para trazer com vida ao mundo mais uma criança. Não sabendo dizer quantos
partos fizera,tão somente diz com satisfação de nunca alguma criança ter
morrido no parto.Esta é mais uma das muitas histórias de nosso país,onde num
momento crucial o amor ao próximo falava mais alto.Hoje,dona Cecília esta com
oitenta e nove anos;gozando de boa saúde e em perfeita sanidade mentais.Quando
em prosa com alguém,em nada é demorado o seu sorriso lindo e largado com muita
satisfação.Considera uma felicitada por lhe ter proporcionado a vida muitas
coisas e,com orgulho mostra seu diploma da quarta série conquistado com muita
luta,pois,isto era coisa rara naqueles tempos árduos,onde desde criança já se
empunhava uma enxada e seguia a labuta.Todas as estórias que ela tem para
contar ainda não estão descritas em vídeo.Pois,quando ela põem a falar daqueles
tempos,são muitos os causos que ela descreve com muita lucidez.Segundo dona
Cecília,o seu passa tempo preferido é obter em suas mãos um jornal ou revista
somente para se deliciar a leitura contida nos textos expresso.
Mirto Carvalho
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