Juventude
Ah! Que
saudade sente!
Quanta
saudade sente do menino eu, jovem.
Parecera ser
ontem.
Parecera se
ontem, eu, correndo e divertindo-me nos corredores do colégio!
Que saudade
sente!
Que saudade
sente do eu menino correndo desembestado, como que desenfreado, sem limites,
destino ao vago horizonte inserto.
Ah! Quanta
saudade!
Hoje
envelhecido, um tanto quanto apercebido vejo outras de igual idade nos
corredores do colégio.
São jovens
cheios de vida,
Como
cabritos monteses,saltam,gritam, divertem.
Que saudade
sente.
Que saudade
sente, e fico a observá-los ali parado de olhares perdidos numa visão sem fim.
Correm,pulam,tropeçam,
rolam ao chão, divertidos sorrisos.
Que saudade
sente, eu menino.
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